Existem encontros que a vida nos reserva para nos lembrar que a arte, em sua forma mais pura, é um exercício de humanidade. Às vezes, o destino nos apresenta profissionais cujo currículo brilha com a força de prêmios e conquistas internacionais
Muitos a conhecem por obras que já moram no imaginário afetivo do público. Para mim, a conexão veio através de sua escrita sensível na segunda temporada de "Homens São de Marte... é Pra Lá que Eu Vou"
No entanto, para além das telas e dos palcos, o que realmente faz de Renata uma figura extraordinária é a sua generosidade. Em sua trajetória como professora e coordenadora, seja na AIC ou em tantas outras oficinas pelo país
Trabalhar com cultura no Brasil exige resiliência, e encontrar uma mulher como Renata nos faz acreditar que cada esforço vale a pena. Ela tem o dom de transformar projetos em experiências vivas e textos em conexões profundas porque coloca o coração como guia. Sua presença no meio artístico é um lembrete de que a cultura é mantida de pé por pessoas que, como ela, escolhem a sabedoria e o afeto como ferramentas de trabalho.
Esta matéria é uma homenagem à profissional incrível, mas, acima de tudo, ao ser humano solar que Renata Mizrahi é. Que sua arte continue a falar com tanta maestria e que sua essência generosa continue sendo esse porto seguro para todos que acreditam no poder transformador da cultura.
Por Carla Cavalcante
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